Roberto Jefferson questiona Renan Calheiros acerca de CPI, insinua conluio com Lula e detona Pacheco

Roberto Jefferson questiona Renan Calheiros acerca de CPI, insinua conluio com Lula e detona Pacheco

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, comentou a sessão de instalação da CPI da pandemia e não poupou críticas ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que desobedeceu a uma ordem judicial relativa à CPI que ele instalou a mando do ministro Barroso, do Supremo Tribunal Federal. Jefferson questionou: “Quer dizer que o Batoré 2 é um tigrão para enfrentar um juiz de primeira instância e uma tchutchuca quando se depara com ordem de ministro do STF? Vamos ver até onde vai a valentia do Batoré 2. Tchutchuca da esquerda. Tchutchuca do STF! Marionete do Batoré!”. Jefferson prosseguiu: “O Senado passou dois anos de tristeza com Alcolumbre, e quem diria que a coisa ficaria pior. #PachecoTchutchucaDoSTF”.

O presidente do PTB também comentou a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal:

Lewandowski decretou sigilo sobre relatórios de perícia nas mensagens roubadas por hackers dos celulares de autoridades. Os relatórios da PF indicam que não é possível atestar a autenticidade das mensagens, mas agora o ministro não quer ver essa informação circulando na imprensa.

O STF decidiu impor ao governo que regulamente o Programa Renda Básica de Cidadania, criado em 2004, e fixe um valor para pessoas em extrema pobreza. Em um momento no qual o país passa por dificuldades orçamentárias, o STF cria despesas sem dizer de onde tirar o dinheiro. Genial! O Programa Renda Básica de Cidadania foi criado por Lula, em 2004, mas o PT, enquanto esteve no poder, jamais se preocupou em fixar um valor de benefício a pessoas em extrema pobreza. Nem a DPU ou STF se preocuparam. Mas com Bolsonaro, vale tudo para passar por cima do presidente.

Tem senador falando que a CPI vai trazer mais vacinas, vai ajudar a combater a Covid, vai mostrar que caminhos o Brasil tem que seguir etc. Quando essa CPI estiver chegando ao fim, até o final do ano, mais de 70% dos brasileiros estarão vacinados e a pandemia já terá arrefecido.
O Brasil já aplicou quase 39 milhões de doses. Em números totais, perde apenas para cinco países. A grande maioria das nações, mesmo as mais ricas, estão passando por problemas que derivam principalmente da demora na produção. Mas em todo o mundo, apenas aqui culpam o presidente.
No dia 1º de maio estaremos na Paulista.
Supremo é o povo!!

Roberto Jefferson questionou as motivações do senador Renan Calheiros, indicado para a relatoria da CPI:

Renan já deixou claro que sua linha de ação na CPI será voltada a condenar o governo. Ou seja, a investigação é mera formalidade, porque o veredito já está dado pelos opositores do presidente. E dizem que Lula estará em Brasília na próxima semana para “conversas políticas”. Duas colunistas da Folha, competindo pra ver quem mais puxa o saco do PT, disseram que Lula estará em Brasília na próxima semana. Bem capaz dele fazer uma visitinha à nova sede do Instituto Lula, instalada na Praça dos Três Poderes.

A CPI incluiu Mandetta entre os primeiros a serem ouvidos nas oitivas da comissão.
Alguém duvida que o relator vai fazer alguma coisa diferente do que apenas jogar a bola para Mandetta cortar contra o presidente Bolsonaro?
Renan Calheiros disse que “é preciso punir responsáveis por mortes”. Ele vai pedir a punição de governadores e prefeitos que permitiram que os ônibus e trens permanecessem lotados desde o início da pandemia?

O presidente do PTB também criticou a velha imprensa:

Chega a ser cômica a ginástica que a imprensa faz para não responsabilizar o governo da Índia pela explosão de casos e mortes por covid. Fazem as mesmas críticas que costumamos ver aqui, mas enquanto aqui Bolsonaro é culpado por tudo, sequer falam o nome do chefe de Estado de lá. Quando os EUA estavam escalando 300 mil casos diários, a imprensa detonava Trump. O Brasil com 100 mil casos e a imprensa colocando tudo na conta de Bolsonaro. A Índia com 350 mil casos diários e jamais se ouve na imprensa sequer o nome do chefe de Estado indiano.

A diretora chinesa Chloe Zhao, vencedora do Oscar, teve seu nome banido pela ditadura do Partido Comunista Chinês, que não permitiu a veiculação de notícias sobre a vitória dela por ser crítica do regime. E a nossa imprensa passa pano para os ditadores para não perder os yuans.
(…)

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