Por que conceder saneamento básico a empresas privadas? I AO PONTO

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No Brasil, 35 milhões de pessoas que vivem em residências sem água potável. Quase metade da população não tem rede de esgoto. O investimento necessário para resolver o problema passaria de R$ 500 bilhões de reais. Na quarta-feira, o Senado aprovou o marco regulatório do saneamento, que prevê a realização de licitações para a concessão dos serviço de água e esgoto dos municípios e acaba com a preferência das companhias estaduais de saneamento. Tanto empresas públicas quanto privadas poderão participar, mas há metas a cumprir para universalizar o serviço até 2033. A cada R$ 1 bilhão gasto em saneamento, devem ser gerados 60 mil empregos. Críticos do projeto, no entanto, temem aumento de tarifas e dificuldades para pequenos municípios. O que muda com o marco do saneamento? Há mecanismos para garantir o atendimento às cidades menores? Quem vai regular e fiscalizar o setor? E qual o impacto sobre o consumidor? No Ao Ponto desta sexta-feira conversamos com a repórter Glauce Cavalcanti e o presidente-executivo do Instituto Trata Brasil, Edison Carlos.

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Luccas Luccas

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