O impacto do acordo que livra Onyx da investigação de caixa 2 I AO PONTO

http://youtu.be/g_7GCf9VbFk

Em 2017, após a delação dos executivos da J&F, o então deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), atual ministro da Cidadania, admitiu, pela primeira vez, que recebeu dinheiro de caixa dois para a campanha eleitoral. Agora, respaldado pela Lei Anticrime, em vigor desde o início do ano, firmou um acordo de não persecução penal com a Procuradoria Geral da República (PGR). Ao todo, ele afirma ter recebido R$ 300 mil, entre as eleições de 2012 e 2014. Como punição, Onyx pagará R$ 189 mil como prestação pecuniária em troca do encerramento da investigação. Embora o acordo tenha sido firmado pela PGR, caberá a um promotor eleitoral validar esse entendimento, já que, na noite de segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, determinou a remessa do caso para a Justiça Eleitoral. No Ao Ponto desta terça-feira, a sub-procuradora Geral da República Luiza Frischeisen e o procurador Aldo de Campos Costa, que estabeleceu o critérios para o caso Onyx, explicam como esse mesmo tipo de acordo pode ser negociado por outros investigados por crime eleitoral e quais são os critérios que embasaram a decisão do procurador-geral Augusto Aras.

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Luccas Luccas

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