Juíza Ludmila expõe como combater o ‘ativismo judicial’ e mostra caráter ‘nefasto’ de…

Juíza Ludmila expõe como combater o ‘ativismo judicial’ e mostra caráter ‘nefasto’ de intromissões em outros poderes

Por ocasião de seminário promovido pela FUNAG – fundação vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, pasta do Governo Bolsonaro – em 2019, a juíza Ludmila Lins Grilo respondeu ao questionamento de um cidadão no que concerne ao risco de uma “ditadura do judiciário” e no que tange ao combate ao “ativismo judicial”, que ocorreria quando um juiz extrapola suas funções de julgar de acordo com as leis e a Constituição, de maneira a legislar no lugar do Congresso.

A juíza principiou: “O povo sempre tem o poder de se manifestar, de ir às ruas, de fazer pressão, mas, em princípio, entendo que o ativismo judicial pode ser minimizado com atuação pró-ativa do próprio poder legislativo. Existe uma via que entendo que poderia ser bastante eficiente se fosse mais utilizada: a via das normas explicativas”.

Ademais, ela salientou: “O ativismo judicial pode ser bastante minimizado se os parlamentares se valerem de normas explicativas com mais frequência (…). Além disso, nada impede que o povo se manifeste quando houver um ativismo judicial nefasto”.

Neste contexto, a magistrada explicou os motivos pelos quais tal conduta seria reprovável e temerária: “Este ativismo judicial seria nefasto, em minha opinião, pois nenhum juiz foi eleito para criar leis. Isso seria um comportamento inadequado do juiz que faz isso. É muito mais fácil impôr a agenda globalista por meio do judiciário do que por meio legislativo”.

Inscreva-se em nosso canal para acompanhar todas as transmissões de Jair Bolsonaro, assim como os melhores vídeos sobre temas políticos: http://bit.ly/FolhaPoliticaYoutube
Acesse nosso site para mais informações: http://www.folhapolitica.org

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe uma resposta

*

Seja o primeiro a comentar!