Esclareça suas dúvidas sobre a vacina de Oxford e a CoronaVac I AO PONTO

Lentamente e com bastante atraso em relação a outros países, o processo para iniciar a vacinação no Brasil avança. No final da semana passada, tanto a Fiocruz quanto o Instituto Butantan, que produz a CoronaVac, submeteram à Anvisa os pedidos para uso emergencial dos imunizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assegurou que a agência fará seu trabalho rapidamente. Mas, há ainda perguntas importantes que precisam ser respondidas, até mesmo para permitir que a agência autorize, finalmente, a execução do plano de vacinação contra o novo coronavírus. Uma delas, como explicou o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, é o detalhamento dos dados de eficácia relativos à Coronavac. Qual é a dosagem e o intervalo entre a primeira e a segunda aplicação no caso da vacina de Oxford? Outras questões relevantes também seguem em aberto, não só no Brasil como no mundo. Uma delas é por quanto tempo as vacinas garantem imunização. No Ao Ponto desta segunda-feira, a microbiologista Natália Pasternak analisa as principais dúvidas que recaem sobre o funcionamento da Coronavac e da vacina de Oxford, as duas escolhas feitas pelo Brasil para imunizar a população.

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