Diretor-geral da ABIN mostra resultados de sindicância interna; servidor que ‘vazava’ informações…

Diretor-geral da ABIN mostra resultados de sindicância interna; servidor que ‘vazava’ informações será processado

O Diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Alexandre Ramagem, divulgou um vídeo em que explica a sindicância que foi realizada na agência após setores da velha imprensa divulgarem um suposto relatório, jamais publicado, que teria sido feito por servidores para auxiliar a defesa do senador Flávio Bolsonaro. Segundo Ramagem, a sindicância demonstrou que a ABIN não teve qualquer relação com os supostos relatórios.

Além de não identificar qualquer sinal de que os relatórios tenham sido produzidos na Agência, a sindicância encontrou evidências de que um servidor vazava criminosamente informações sigilosas da ABIN. O servidor sofreu hoje uma busca e apreensão e será responsabilizado civil e criminalmente pelos vazamentos. Os jornalistas que divulgaram informações fantasiosas também serão responsabilizados.

O texto divulgado pelo diretor-geral da ABIN aponta:

A área de segurança da informação da ABIN possui registros de toda e qualquer atividade executada em suas redes. Toda a cadeia de produção de Inteligência foi auditada. A apuração assegura que nenhum servidor da Agência produziu, teve acesso ou consultou informações relacionadas aos supostos relatórios.

A íntegra dos documentos, divulgadas apenas após determinação da Procuradoria-Geral da República (PGR), evidencia a total impossibilidade do conteúdo ter sido elaborado pela ABIN ou por seu Diretor-Geral. Trechos dos documentos haviam sido intencionalmente extirpados nas reportagens, justamente por demonstrarem sua total falta de conexão com a narrativa criada.

Membros da carreira de Inteligência, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Advocacia-Geral da União (AGU) participaram da apuração.

A sindicância interna também identificou fonte de vazamento de informações sigilosas da Agência. Partes do organograma interno e identidade de servidores foram criminosamente vazados para dar aparência de veracidade às matérias e atribuir suposta responsabilidade pela elaboração dos relatórios.

Em decorrência do resultado das sindicâncias, na manhã desta terça-feira – 6 de abril –, foram realizadas ações de busca e apreensão, determinadas pela Justiça, para apurar responsabilidade criminal pelo ocorrido.

A ABIN ressalta que a imprensa cumpre papel fundamental perante à sociedade quando trabalha de forma livre, profissional e voltada à busca da verdade. Todavia, a criação de falsas narrativas e imputação leviana de ilícitos acarretam danos a pessoas, às instituições e à devida formação da opinião pública.

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