CPI da Covid: os planos de ataque e contra-ataque I AO PONTO

O governo bem que tentou, mas não conseguiu tirar Renan Calheiros (MDB-AL) do cargo de relator da CPI da Covid. E o emedebista já mostrou a que veio, com uma lista de 11 requerimentos para iniciar o processo de investigação e um recado direto ao governo: “há culpados e eles serão responsabilizados”, disse Renan, em relação aos efeitos da pandemia no Brasil, que já provocou a morte de mais de 390 mil pessoas. O senador de alagoas foi escolhido pelo presidente Omar Aziz (PSD-AM), eleito pela maioria, após acordo costurado com o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O vice-presidente da comissão é Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o mesmo que foi xingado e ameaçado pelo presidente Jair Bolsonaro, em conversa divulgada com o senador Jorge Cajuru (Podemos). Se a oposição aposta nas ações e omissões do governo federal, como no caso da falta de oxigênio em Manaus ou da demora para a aquisição de vacinas, o governo e seus aliados também têm seus planos. Após a derrota na tentativa de tirar Renan Calheiros da relatoria, os governistas devem concentrar munição nos gastos de governadores e prefeitos de capitais com o dinheiro federal para o combate à Covid-19. No Ao Ponto desta quinta-feira, os repórteres Jussara Soares e Paulo Cappelli contam como estão sendo preparados os planos de ataque e contra-ataque dentro da CPI da Covid.

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