Bolsonaro rebate desinformação sobre Ford e retruca jornalistas: ‘vergonha dessa imprensa, virou…

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Bolsonaro rebate desinformação sobre fábrica da Ford e retruca jornalistas: ‘vergonha dessa imprensa, virou um partidaço político’

Ao conversar com cidadãos no palácio da Alvorada esta tarde, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a necessidade de se ter informações precisas para a tomada de decisões. Bolsonaro criticou a abordagem da velha imprensa sobre a saída da Ford do Brasil. O presidente explicou: “Há três anos a Ford anunciou que não ia mais produzir carros de passeio nos EUA. Falta de ambiente de negócios, na verdade, eles tiveram subsídios nossos, ao longo dos últimos anos, de 20 bilhões de reais. Eles queriam renovar subsídios para fazer carro para vender”.

Bolsonaro acrescentou: “Tem a concorrência também. A chinesa, entre outras. Então, saiu porque, num ambiente de negócios, quando você não tem lucro, você fecha. Assim é a vida. A Ford é a mesma coisa. Lamento os 5 mil empregos perdidos. Agora a empresa não fala que, em novembro, criamos 414 mil empregos. Estamos perdendo 5 mil empregos agora, lamento. Agora, faltou a Ford dizer a verdade. Querem subsídios. Vocês querem que continuemos dando 20 bilhões para eles, como fizemos nos últimos anos? Dinheiro de vocês, impostos de vocês, para fabricar carro aqui? Não! Perdeu a concorrência. Lamento”.

O presidente lembrou que, em uma ocasião anterior, a Ford já quis deixar o Brasil, e permaneceu na Bahia pela intervenção de Antônio Carlos Magalhães. O presidente comparou com o governador atual, dizendo: “O governador que tem senadores com ele não teve a capacidade de se antecipar ao problema e buscar possíveis soluções”. Bolsonaro lamentou: “E a imprensa desce a lenha em mim porque eu devia evitar os 5 mil empregos perdidos. Repito: lamento os 5 mil empregos perdidos”, acrescentando: “Agora: negócio é negócio. Deu lucro, o cara fica aqui. Não deu lucro, o cara não fica aqui. Ele fecha. E assim é uma concorrência predatória no mundo todo”.
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Bolsonaro prosseguiu: “É o tempo todo assim. Ontem falei sobre a bancada ruralista. São mais ou menos 200 parlamentares. Nunca o agronegócio esteve tão bem. Há dois anos que o fazendeiro não acorda e vê um pesadelo na frente dele, uma demarcação de terra indígena. Isso acabou. Demarcação de terra indígena, só com responsabilidade. Não é com laudos forjados para prejudicar”.

O presidente lembrou: “Ontem reclamei de alguns parlamentares, que nós temos uma eleição da Mesa no dia 1º. Alguns parlamentares da bancada ruralista que estão acompanhando a outra chapa. E a outra chapa está coligada com PT, PCdoB, PSOL. E esses parlamentares travaram um montão de pautas nossas para fazer a reforma agrária, regularização fundiária.

Bolsonaro apontou que o agronegócio teve grandes lucros em seu governo, diminuíram as invasões do MST, diminuiu o financiamento a ONGs que agiam contra o agronegócio, e diminuíram as multas. O presidente disse: “O agronegócio nunca lucrou tanto. Não pararam nem na pandemia. Agora, quando peço para votar numa pessoa que vai fazer a reforma agrária, que vai fazer a regularização fundiária, para acabar com aquela história que a Amazônia pega fogo só no meu governo. Se fizer a regularização fundiária, vamos saber o CPF daquela pessoa. E o atual presidente da Câmara não permitiu que isso fosse votado lá”.
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O presidente mencionou ainda o partido pelo qual foi eleito, ao dizer que é necessário haver unidade. Ele disse: “O PSL, partido em que vocês votaram, em grande parte, acreditando em mim. Tem 40% ali que bandeou para o outro lado, apoiando PT, PCdoB e PSOL. E olha que a nossa pauta era conservadora – era família, armamento, livre mercado, liberdade religiosa, liberdade de imprensa”.

Bolsonaro afirmou: “boa imprensa não é a que critica ou que elogia, é aquela que fala a verdade. E nós somos carentes disso. Por isso querem acabar com as mídias sociais, onde você consegue a verdade ali. Você vai lá e tem informação verdadeira, diferentemente do que está na capa do Globo de Hoje. A Folha de São Paulo, o Estado de São Paulo, revista Época, revista Veja… Eu tenho vergonha dessa imprensa, virou um partidaço político de imprensa. Eu cortei recurso deles porque dinheiro que vocês pagam em impostos não é para pagar a imprensa. O que faz a propaganda do governo são os bons atos, e isso eles não mostram. Querem que pague para mostrar”.

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