Adriana Calcanhotto: ‘A morte do menino Miguel escancara o racismo no Brasil’ l ENTREVISTA NA JANELA

http://youtu.be/dhlupACRxnI

Adriana Calcanhotto se preparava para viajar a Portugal quando a Covid-19 colocou o planeta em quarentena. Em dez dias, compôs as nove canções do álbum “Só”, lançado em maio. Uma delas é música “Dois de junho”, uma homenagem ao menino Miguel Otávio, de 5 anos, que morreu depois de cair do nono andar de um prédio no Recife (ele estava aos cuidados da patroa de sua mãe). “Essa história é uma apoteose do que o Brasil tem de pior, um exemplo do que não pode acontecer”, disse. A cantora conversou a editora Renata Izaal para o Entrevista na Janela, projeto do Globo. Ainda cumprindo o isolamento social, em sua casa no Rio, Calcanhotto colocou nas plataformas de streaming o single “Futuros Amantes”, canção de Chico Buarque que está no álbum visual “Margem finda a viagem”.

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Luccas Luccas

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