A rotina de medo e assédio de massagistas após massacre nos EUA

Nos Estados Unidos, spas asiáticos são vistos há muito tempo como lugares que oferecem serviços sexuais. E, por causa desse estigma, as trabalhadoras do ramo sofrem com assédios diários no exercer da profissão.

“Quando um cliente quer nos tocar, dizemos: ‘não, apenas massagem'”, conta a massagista Mia Lin, que trabalha em um estabelecimento de massagens em Nova Iorque. “Nessa indústria, esse tipo de situação é inevitável”

Em março de 2021, três tiroteios na região metropolitana de Atlanta, Georgia, jogaram luz neste problema. Oito pessoas foram mortas, incluindo 6 mulheres asiáticas. O assassino foi um jovem de 21 anos, que afirmou à polícia ter sido motivado por um questões sexuais e religiosas.

“Estou muito triste e com raiva. O tiroteio poderia ter acontecido em qualquer spa asiático”, lamenta Melanie Wang, massoterapeuta.

Neste vídeo, essas duas profissionais do ramo da massagem nos contam sobre o estigma da profissão no país e os assédios sofridos por elas diariamente.

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