A pressão trilionária sobre a política ambiental do Brasil I AO PONTO

A fala do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na reunião ministerial de 22 de abril, conclamando o governo para “passar a boiada” enquanto o país luta contra a pandemia do novo coronavírus, repercutiu mal no Brasil e no mundo. Mas, para o presidente, a imagem da política para o setor de seu governo é fruto de desinformação. Porém, com base em dados científicos e em relatórios técnicos, gestores de fundos de investimento, que administram recursos da ordem de US$ 4,1 trilhões, identificam riscos concretos relacionados à agenda ambiental. Por isso, na última segunda-feira, 29 investidores institucionais de diferentes países assinaram uma carta aberta para oito embaixadas brasileiras, citando o que chamam de desmantelamento de políticas ambientais e de direitos humanos. Eles alertam que a questão ambiental pode aumentar o risco de investimentos no país, com impacto tanto para o setor público quanto para o privado. No Ao Ponto desta quinta-feira, o repórter Renan Setti e com o pesquisador Raoni Rajão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explicam qual é a real ameaça criada pela pressão dos investidores internacionais e quais são os pontos mais importantes para que a política ambiental não prejudique os negócios no Brasil, já impactados pelos efeitos da pandemia.

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Luccas Luccas

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