A cidade devastada que viu médicos fugirem na pandemia — com exceção de uma

Durante o auge da pandemia no Iêmen, havia apenas um hospital em funcionamento na cidade de Áden, onde vivem mais de um milhão de pessoas. Com medo da covid-19 e com quase nenhum equipamento de proteção individual disponível, a maioria dos médicos deixaram seus trabalhos. Exceto Zoha, que se tornou a única médica que restou na cidade disposta a tratar pacientes com coronavírus. O Iêmen vive uma situação de conflito que se acirrou há quase cinco anos e já matou mais de 100 mil pessoas, sendo 12 mil civis, segundo organizações de direitos humanos. É a pior crise humanitária em andamento no mundo, segundo a ONU. Quase seis meses desde que o vírus se espalhou no Iêmen, a BBC é a primeira emissora internacional a chegar ao país para ver como as pessoas estão lidando com a pandemia. Veja no vídeo.

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Luccas Luccas

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